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sábado, 31 de maio de 2008

Um dia normal de treinos, com a excepção de que fiquei até mais tarde. Uma das atletas pediu-me para ajudar na parte final do exercício. Toda a gente já tinha saído e o silêncio só era incomodado pela música de fundo.
Ela estava de top vermelho e calção de licra bem curto. Dava para ver bem o contorno dos seios, os mamilos. O abdominal denunciava uma forte dedicação ao ginásio.
Quando estávamos a fazer peitorais dei por mim a senti-lo já duro. Ela estava de perna bem aberta, sentada na máquina. E reparou no inchaço dos meus calções. Não o consegui evitar, ela dava-me tesão.
Ela puxou-me para a sua frente e baixou-me os calções. Pegou-lhe com cuidado, passou as mãos e dedicou-se a ele, lambendo de baixo para cima, chupando a ponta, denunciando fome e prazer. Resolvi trocar com ela e sentei-me eu. Despi-lhe os calções e o fio dental. Sentei-a em cima do meu tesão, que já pulsava por se sentir aconchegado. O suor dos corpos excitava-nos e de movimentos lentos, rapidamente acelerámos. Tirei-lhe o top para poder lamber os seus mamilos. Para meu espanto, comecei a sentir que alguém nos observava. E mais depressa senti os passos de alguém, que se aproximava. Já o trazia de fora e já o tinha bem duro. Talvez estivesse ali desde o princípio. Ela só se apercebeu quando ele lhe encaminhou a boca para chupar o tesão. De forma prazeirosa ela lambeu, chupou, embalada pelos movimentos. Mas ele não ficou por aqui.
Colocou-se atrás dela e foi preparando a entrada que estava disponível, metendo e tirando os dedos humedecidos. Ela tentou empinar-se um pouco para ele, para se deixar penetrar. Não aguentei muito mais e senti que estava a chegar a hora. Eu vim-me. O prazer dela aumentou quando ele se veio também e aí ela não conteve um gemido.
O exercício estava feito.
Decidimos tomar banho. Mas isso é uma outra história.

(*) post inaugural da nossa participação n'a funda são

sábado, 5 de janeiro de 2008

Queria saber como era com mais uma pessoa. «Um ménage?», disse ele. Fiquei apreensiva, pois ele podia muito bem não aceitar. «Com quem?», foi a resposta que obtive. Fiquei radiante. Só tínhamos que arranjar alguem que alinhasse.
Ele tem um amigo com o perfil indicado. Falei-lhe nele. E ficámos de abordar o assunto num próximo café.
O amigo aceitou. Havíamos de combinar qualquer coisa e se houvesse clima, então...
Combinámos um jantar em minha casa. Entradas picantes q.b., vinho tinto e um prato de caril de gambas. Sim, tudo bem picante, para agradar aos homens que eu queria que me dessem prazer.
Jantámos calmamente, saboreando as iguarias. Eu só tinha uma coisa em mente: nós os três. E não era à volta da mesa.
Ficámos um pouco a conversar, sobre coisas banais. Deixei-os na mesa da sala e fui à casa de banho. Tirei a tanga e o soutien. Deixei-me ficar só de t shirt, curta. Entrei na sala e disse «Pode ser hoje, rapazes?».
Quando me apercebi, ambos já se tinham despido. O meu namorado beijava-me na boca, e acariciava-me. O nosso amigo massajava-me as costas, e passava as mãos pelas minhas nádegas. Já no sofá, o meu namorado deitado, deixou-me lambê-lo e chupá-lo, sentir a tesão dele a aumentar dentro da minha boca, enquanto o amigo me lambia, e ameçava penetrar-me com os dedos. Não conseguia controlar o prazer, e estava completamente húmida. Adorava lamber o meu namorado, senti-lo na minha boca, a crescer de prazer. Senti o meu amigo a penetrar-me, ao de leve, deixando-me a ferver de desejo. Tinha-os ali, aos dois, só para mim. Queria que ele me penetrasse, pois já não aguentava mais.
O meu namorado veio-se dentro da minha boca, e eu ainda fiquei mais excitada. Queria que ele me penetrasse, e o nosso amigo percebeu isso sem que eu lhe dissesse nada. Sentei-me em cima do meu namorado, que me tocava nos seios, na barriga, deslizava as suas mãos por mim, enquanto eu me movimentava, para o sentir mais e mais fundo. O nosso amigo não ficou fora da cena, e eu sentia-o a beijar-me o pescoço, e uma das mãos a encaminhar-se para a outra das minhas grutas. Um ou dois dedos iam abrindo caminho, e só de pensar nisso, não conseguia conter os gemidos. Tentei colocar-me numa posição que lhe permitisse enfiar-se dentro de mim e ele foi insistindo com os dedos, até que senti a tesão completa dentro de mim. Toda eu estava húmida, diria mesmo, encharcada de prazer, pois tê-los aos dois dentro de mim deixava-me descontrolada, mas poderosa ao mesmo tempo.
O meu namorado veio-se novamente, tal era a excitação. Deixei os fluídos dele escorregarem, e não tardou que o nosso amigo se viesse também.