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quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Eu e ele já tinhamos tentado de tudo para apimentar a nossa relação. Sim, apimentar: o tédio estava a apoderar-se do dia a dia e do sexo nem se fala.
Perdi a cabeça e entrei numa sex shop. Pedi artigos de dominação, «talvez um chicote», disse à empregada, que se apercebeu do meu desconhecimento perante estes artigos. Tomou a liberdade de me orientar nas compras: «Porque não começa por usar umas algemas... e uma venda?»
Aceitei a sugestão, qual cliente que aceita o conselho do seu gestor de conta.
Em casa preparei um jantar apetitoso. E picante q.b.

Tomei um banho longo, com gel de duche de chocolate. Sei que ele gosta. Deixei-me ficar de roupão e só de roupão, com os cabelos soltos e caídos.

Ele chegou.

O cenário agradou-lhe. Jantámos calmamente, com uma música de fundo. O calor da comida excitou-nos. Levantei-me da cadeira e coloquei-a de costas para a mesa.
«Senta-te aqui».
Ele sentou-se. Tirei-lhe a camisa e rocei o meu corpo pelo tronco dele. Deixei cair o roupão.
«Tenho uma surpresa».
Algemei-o. Prendi-lhe os braços atrás da cadeira. Esfreguei os meus seios pela cara dele, pelo peito, queria que ele senti-se os meus mamilos rijos. Tirei-lhe o cinto. Descalcei-o. Queria-o confortável.
«Cheiras bem»
As suas calças denunciavam tesão. Sentei-me em cima dele, só para simular aquilo que verdadeiramente queria. Estava a adorar tê-lo ali, preso...
Excitada. Molhada.
Massajei-lhe o membro tesudo.
«Não te chegou o jantar?», perguntou.
E eu nem lhe respondi. Massajei, lambi e chupei, esfomeada. Ele veio-se na minha boca.
Estava na hora de o vendar.
E assim fiz.
Despi-o completamente.
Sentei-me em cima dele, devagar, para o sentir a entrar dentro de mim. Bem devagar.
Gemia de prazer, de tão excitada que estava. Ele não me via, não me podia agarrar. Apenas podia dar-me prazer. E receber.
Viemo-nos quase em simultâneo.
Ficámos abraçados, com ele ainda dentro de mim e os nossos sucos a misturarem-se.
«Quero mais».
«Eu também».

sábado, 5 de janeiro de 2008

Há adrenalina suficiente em ir ao estádio, ver o meu clube jogar. É um momento de muito entusiasmo, na companhia dos amigos. Mas há dias em que algo de novo pode acontecer e naquele dia foi definitivamente diferente.
O jogo estava a ser enfadonho e sem grande «pica». Comecei a olhar paa a bancada, para as pessoas em volta, até que o meu olhar deu com uma morena giraça, com decote bem generoso. Uma pena ter estragado a camisola do nosso clube, mas até que foi por uma boa causa. O decote deixava evidenciar um peito apetitoso. Ela já não tirou os olhos de mim e fomos olhando e sorrindo durante a primeira parte do jogo.
No intervalo, saí para beber qualquer coisa. Cruzei-me com a rapariga nas escadas. Deixei-a ir à minha frente, para poder apreciar as restantes curvas. Um belo rabo, redondo, que dava vontade de agarrar e apalpar. Ela dirigiu-se ao WC, eu caminhei para o bar com os meus amigos. Matei a sede. Mas não a vontade de ter aquele pedaço à minha disposição para... Fixei a saída do WC, pois queria apreciar aquelas curvas mais uma vez. A segunda parte ia começar. Os meus amigos foram para a bancada, eu fiquei mais um pouco. Passei à porta do WC, olhei de esguelha e ela devolveu-me o olhar.
«Não está aqui ninguém», disse, «queres entrar?»
Nem pensei duas vezes. Não havia seguranças por perto e arrisquei entrar.
Ela encaminhou-me para a casa de banho mais recôndita, fechámos a porta. Eu sentei-me em cima da sanita, e ela despiu-se, tirou as calças de ganga e o fio dental. Eu baixei as calças e os boxers para baixo num ápice, pois já o sentia latejar. Só pensava em meter-me dentro dela. Ela ajoelhou-se para poder chupar-me e para o sentir crescer nas suas mãos. Passei-lhe as mãos pelos cabelos longos, para os afastar, pois queria vê-la a saborear-me. A tesão era muita, e eu queria vir-me dentro dela. Sabia muito bem o trabalho de língua, mas queria outra coisa. Levantei-lhe a cabeça e disse: «Queres-me dentro de ti?» Ela nem respondeu, começou por esfregar-se em mim, até que se sentou em cima de mim, e eu pude penetrá-la de uma sóvez. Sentado, deixei-a movimentar-se, num vai e vém intenso. Agarrei as suas nádegas com força, aquele rabo que tanta vontade me dava.
Resolvi inverter o rumo das coisas. «Levanta-te». Encostei-a à parede: queria sentir as nádegas dela por perto e dar-lhe uma por trás que a fizesse gemer e acordar o estádio. Não faltava muito para me vir e ela estava encharcada. Acelerei o ritmo, enquanto sentia as nádegas dela e procurava apalpar-lhe o «decote», por baixo da camisola.
Sempre acreditei na minha equipa e naquele momento, ouviu-se gooloooo por todo o estádio. Vim-me. E ela soltou um gemido de prazer.
A seu tempo, vestimo-nos. Ela saiu. Eu saí um pouco depois.
Voltei para a bancada para comemorar com os amigos.